Sobre mim

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Paulo Afonso, Ba, Brazil
Sou mãe, mulher,esposa, amiga,filha, irmã e serva de DEUS... Sou comerciante e nas horas vagas sou blogueira.Amo minha família e louvo á DEUS pelos filhos e o marido abençoados que tenho Maria Caroline e Eduardo Caique e Luiz Eduardo a razão do meu viver!Eu e a minha casa servimos ao Senhor com Alegria.Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos...Graças ao meu maravilhoso DEUS tenhomos colhido só frutos bons e abençoados, tudo se fez novo em minha vida e em meu lar e hoje minha familia é livre e feliz!!! Débora Cristina.

Leia a Palavra de Deus!

Chegarei Lá

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dica de uma boa leitura!

A SENHORA DAS VELAS

 
                                                             
O sonho de Felipe era prenúncio de que algo em sua vida estava para mudar. Nele, uma senhora de olhos amendoados apagava duas velas e um menino com asas nos pés o levava para um lugar desconhecido. Mas o frio que vinha da janela era real demais, e o sonho não parecia mais sonho – ele era só o começo de uma longa jornada de buscas por algo desconhecido.

Decidido a decifrar o enigma encerrado naquele sonho, Felipe empreende uma viagem emocionante, em que se mesclam elementos mitológicos e uma suave interpretação para o tempo que cada um de nós tem na Terra, a vida tal qual a conhecemos. A Senhora das Velas é a guardiã da vida, a decisora da morte, mas Felipe pretende ir até ela para rogar-lhe pela vida.
A Senhora das Velas é um livro terno, original e empolgante sobre a confiança e o amor, sobre os pecados de cada um e a verdade que nos une a todos. Puro encantamento. A Senhora das Velas de Walcyr Carrasco foi publicado pela Editora ARX.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Delicia de Pascoa!

Bem,amigas a Pascoa esta chegando e com ela os quilinhos a +,kkkkkkkkkkkkk
então comecem a salivar com esta receitinha.
Ovos de pascoa trufado


Para o ovo
1 kg de chocolate meio amargo
trufa:
1 kg de chocolate ao leite
1 xícara de chá de cacau em pó
200 ml de creme de leite caixa de uht
1 colher de sobremesa de manteiga trufada ou manteiga sem sal
2 colheres de sopa xarope de milho (glucose)
1 colher de sobremesa essência de amêndoa para chocolate
1 xícara de conhaque para perfurmar

Modo de fazer:

Recheio da trufa:
Derreta o chocolate ao leite, Aqueça separadamente: o creme de leite, a manteiga trufada, a essência e o conhaque, A glucose não precisa ser aquecida, Misture tudo manualmente, Leve para geladeira por 3 horas
Retire e recheio o ovo ou enrole para fazer trufasOvo:
Derreta o chocolate, cuidando para não queimar
Pegue a metade do chocolate derretido e jogue na bancada, espalhe o chocolate com uma espátula, espere esfriar até atingir a temperatura de 27º graus
Dica:

Coloque um pouco de chocolate na ponta da faca e veja se está endurecendo por igual e a aparência está brilhante
Misture bem com a outra metade que ficou na vasilha
Em uma forma própria para ovo de páscoa, coloque uma camada de chocolate e leve a geladeira por 2 minutos, o restante que ficou na vasilha mexa sempre para não cristalizar, Retire a forma com a primeira camada da geladeira e passe a segunda camada de chocolate e repita a operação
Passe o recheio trufado e cubra com o chocolate, leve a geladeira por 2 minutos e depois desenforme.

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Pascoa!

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

Semana Santa!


segunda-feira, 4 de abril de 2011

TEMPO PARA TUDO
Tudo neste mundo tem seu tempo;
cada coisa tem sua ocasião.
Há um tempo de nascer e
Tempo de morrer;
Tempo de plantar e 

Tempo de arrancar;
Tempo de matar e 

Tempo de curar;
Tempo de derrubar e 

Tempo de construir.
Há tempo de ficar triste e 
Tempo de se alegrar;
Tempo de chorar e 

Tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras e 

Tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e 

Tempo de afastar.
Há tempo de procurar e 
Tempo de perder;
Tempo de economizar e 

Tempo de desperdiçar;
Tempo de rasgar e 

Tempo de remendar;
Tempo de ficar calado e 

Tempo de falar.
Há tempo de amar e 
Tempo de odiar;
Tempo de guerra e 

Tempo de paz.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

E agora, José?



Dedicado a José Alencar, ex vice-presidente da República. Falecido ontem, em São Paulo; após 13 anos de batalha contra um câncer e enfrentando dezessete cirurgias, nunca perdendo a esperança e a vitalidade.
Foi, como tantos brasileiros chamados José, um vitorioso. Apesar de ser um grande empresário e ser muito rico; nunca perdeu seu jeito humilde, como bom Mineiro. Atendia a todos com sorriso e cordialidade. 
Não era próximo a mim, porém sinto a sua partida. Faço essa humilde homenagem àquele que, contrariamente a tantas pessoas que vivem nesse mundo, soube valorizar a vida. 
Segue abaixo, a transcrição do belo poema "E agora, José?" escrito por Carlos Drummond de Andrade e eternizado na canção de mesmo nome, composta por Paulo Diniz.
Vá com Deus, José!
fonte: http://cafecomsucesso.blogspot.com


1º de abril


 
Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.

Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola