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Paulo Afonso, Ba, Brazil
Sou mãe, mulher,esposa, amiga,filha, irmã e serva de DEUS... Sou comerciante e nas horas vagas sou blogueira.Amo minha família e louvo á DEUS pelos filhos e o marido abençoados que tenho Maria Caroline e Eduardo Caique e Luiz Eduardo a razão do meu viver!Eu e a minha casa servimos ao Senhor com Alegria.Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos...Graças ao meu maravilhoso DEUS tenhomos colhido só frutos bons e abençoados, tudo se fez novo em minha vida e em meu lar e hoje minha familia é livre e feliz!!! Débora Cristina.

Leia a Palavra de Deus!

Chegarei Lá

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Pascoa!

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

Semana Santa!


segunda-feira, 4 de abril de 2011

TEMPO PARA TUDO
Tudo neste mundo tem seu tempo;
cada coisa tem sua ocasião.
Há um tempo de nascer e
Tempo de morrer;
Tempo de plantar e 

Tempo de arrancar;
Tempo de matar e 

Tempo de curar;
Tempo de derrubar e 

Tempo de construir.
Há tempo de ficar triste e 
Tempo de se alegrar;
Tempo de chorar e 

Tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras e 

Tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e 

Tempo de afastar.
Há tempo de procurar e 
Tempo de perder;
Tempo de economizar e 

Tempo de desperdiçar;
Tempo de rasgar e 

Tempo de remendar;
Tempo de ficar calado e 

Tempo de falar.
Há tempo de amar e 
Tempo de odiar;
Tempo de guerra e 

Tempo de paz.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

E agora, José?



Dedicado a José Alencar, ex vice-presidente da República. Falecido ontem, em São Paulo; após 13 anos de batalha contra um câncer e enfrentando dezessete cirurgias, nunca perdendo a esperança e a vitalidade.
Foi, como tantos brasileiros chamados José, um vitorioso. Apesar de ser um grande empresário e ser muito rico; nunca perdeu seu jeito humilde, como bom Mineiro. Atendia a todos com sorriso e cordialidade. 
Não era próximo a mim, porém sinto a sua partida. Faço essa humilde homenagem àquele que, contrariamente a tantas pessoas que vivem nesse mundo, soube valorizar a vida. 
Segue abaixo, a transcrição do belo poema "E agora, José?" escrito por Carlos Drummond de Andrade e eternizado na canção de mesmo nome, composta por Paulo Diniz.
Vá com Deus, José!
fonte: http://cafecomsucesso.blogspot.com


1º de abril


 
Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.

Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 31 de março de 2011

DITADOS POPULARES NA ERA DIGITAL


Como estamos na 'Era Digital',
foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

Veja alguns:

1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. Antes só, do que em chats aborrecidos.

4. A arquivo dado não se olha o formato.

5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

6. Para bom provedor uma senha basta.

7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

9. Em terra off-line, quem tem 486 é rei.

10. Hacker que ladra, não morde.

11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

12. Mouse sujo se limpa em casa.

13. Melhor prevenir do que formatar.

14. O barato sai caro. E lento.

15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.

16. Quando um não quer, dois não teclam.

17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.

18. Quem clica seus males multiplica.

19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

21. Quem não tem banda larga, caça com modem.

22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.

23. Quem semeia e-mails, colhe spams.

24. Quem tem dedo vai a Roma.com

25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

27. Diga-me que computador tens e direi quem és.

28. Há dois tipos de pessoas na informática.

Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...

29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?

30. Aluno de informática não cola, faz backup.

31. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).

32. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.

33. O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente. No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, sai pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM





Só por alguns minutos


                         
Sem pensar, as vezes me atiro de cabeça.
Sem respirar, digo sim ao que poderia ser ponderado.
Sem pesar, aguardo as conseqüências esperadas.
Sem contar, sei que perco a razão por numéricos segundos.
Sem fechar os olhos, registro o que posso não ver nunca mais.
Sem amarras, me entrego livre.
Sem desespero, assumo o que poderia ter evitado.
Sem perguntas, me aparto das dúvidas.
Sem angústia, não dou vazão às cobranças.
Sem culpa, aproveito a vontade.
Sem regras, recorro à exceção.
Sem ouvir a consciência, canto alto.
Sem perceber o precipício, me lanço.
Sem esperar, vou atrás.
Sem chorar, descubro sorrisos.
Sem conclusões, me perco na introdução.
Sem paixão, me entrego ao desejo.
Sem noção, me atiro para um beijo.
Sem querer, termino querendo.
Sem palavras, percebo gestos.
Sem a obrigação de pensar no depois, viajo no agora.
Sem a sombra de uma certeza amanhã, descubro que o hoje é maravilhoso.
Sem jurar e nem rechaçar.
Sem ressalvas e com muitos adendos.
Sem perder e sem ganhar.
Sem profundidade, apenas uma rasa nostalgia.
Sem torturas ou renúncias.
Sem medo, vivo…
Sem promessas, propósitos, esperanças ou responsabilidade… por alguns nobres minutos… me permito!